União das Freguesias

de Gondomar (São Cosme), Valbom e Jovim

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Rede Global da OMS

 

Guia Prático do Consumidor Idoso

A Direção-Geral do Consumidor (DGC) e a Polícia de Segurança Pública (PSP) juntaram-se para criar um Guia Prático do Consumidor Idoso, com o objetivo de sensibilizar e informar um público vulnerável.

O guia prático aborda diversos temas relacionados com o bem-estar da população sénior, tais como: compras de bens e aquisição de serviços, compras através de telefone, concursos televisivos, segurança em ambiente doméstico, medidas preventivas de segurança, entre outros. Informação para esclarecer os idosos sobre como devem exercer os seus direitos, enquanto consumidores, e os cuidados que devem ter para garantir a sua segurança.

 

 

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Porto - Centro de excelência europeu para o envelhecimento

 

A União das Freguesias de Gondomar ( S. Cosme), Valbom e Jovim é uma das instituições parceiras do Consórcio Porto4Ageing, cujo projeto para criar um centro de excelência no âmbito de um envelhecimento ativo e saudável foi aprovado. Desta forma, a Área Metropolitana do Porto é agora considerada um Sítio de Referência Europeu. A proposta foi avaliada pela European Partnership on Active & Healthy Ageing (EIP-AHA) da Comissão Europeia, tendo o Porto4Ageing atingido a certificação europeia com um resultado de duas estrelas. 


Para além de ser uma mais-valia para a região do Porto pela visibilidade que trará, esta certificação habilitará o Porto4Ageing a fazer parte da Reference Sites Collaborative Network (RSCN), que será de extrema importância para a implementação de medidas, desenvolvimento de contactos importantes e aquisição de conhecimentos essenciais ao desenvolvimento do consórcio a nível regional, nacional e internacional, o que nos dará ferramentas para, aquando da ressubmissão de uma nova candidatura aos Reference Sites, daqui a três anos, o Porto4Ageing consiga atingir o resultado máximo de quatro estrelas.

  

Consulte aqui os resultados finais do concurso.

 

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RELATÓRIO ANUAL DA AGÊNCIA EUROPEIA PARA OS DIREITOS FUNDAMENTAIS (FRA) 

 

A Agência para os Direitos Fundamentais da União Europeia defende, no relatório anual que foi divulgado no final do mês de maio, que se adote "uma estratégia global" para os fluxos migratórios, envolvendo todos os Estados e atores relevantes. Segundo a Agência para os Direitos Fundamentais (FRA, na sigla em inglês), em 2015, mais de um milhão de pessoas procuraram refúgio na União Europeia. Este número - cinco vezes superior em relação ao fluxo de 2014, mas que representa apenas 0,2 por cento da população do mundo inteiro - confronta a União Europeia (UE) com "um desafio sem precedentes", assinala a FRA. "A UE e os seus Estados-membros devem olhar para as ameaças à vida que acontecem às suas portas", insta a agência europeia, com sede em Viena, capital da Áustria.

 

De acordo com a Organização Internacional para as Migrações (OIM), quase quatro mil pessoas morreram a tentar atravessar o Mediterrâneo, no ano passado. O fluxo migratório tem-se dirigido sobretudo a Grécia e Itália, optando sobretudo pela via marítima. A FRA aconselha, por isso, que a "estratégia global" tenha em atenção a situação naqueles dois países.

 

No relatório de 2016, a FRA analisa a escala e a natureza do fluxo de migrantes e refugiados e propõe medidas para assegurar que os direitos fundamentais dessas pessoas são respeitados na Europa. "A UE e os seus Estados-membros têm de se manter firmes na defesa dos direitos a que todos têm legalmente direito, quer vivam na UE há gerações ou tenham chegado apenas às suas costas", vinca o diretor da FRA, Michael O`Flaherty. Lamentando que 2015 tenha ficado marcado por "ataques a muitos dos direitos, valores e liberdades nos quais se baseia a Europa", o diretor recorda que "a maioria dos refugiados que chega à Europa, muitos dos quais crianças, arrisca as suas vidas pagando a contrabandistas para atravessarem oceanos em barcos sobrelotados e sem condições". A FRA constata ainda o "aumento de incidentes racistas e xenófobos em muitos Estados-membros", destacando que "as comunidades muçulmana e judaica foram particularmente afetadas". E aponta o dedo aos muros erguidos por Hungria, Bulgária e Eslovénia, nas fronteiras com países fora do Espaço Schengen.

 

No relatório, a FRA sugere a criação de "avenidas legais" para se entrar na Europa, nomeadamente a admissão humanitária e a reinstalação, como ferramentas de apoio à entrada regular de pessoas que precisam de proteção internacional. O respeito pelo direito à reunificação familiar, a proteção de crianças e menores em risco, o combate ao tráfico de pessoas, sem criminalizar os migrantes que recorrem a redes para fazerem a travessia, a garantia do direito de asilo e da não-violação dos princípios da não-expulsão e da expulsão coletiva estão também entre as "opiniões" com que a FRA acompanha o seu último relatório. Assegurar que os navios que patrulham o Mediterrâneo estão equipados com água, cobertores e outro material de primeiros socorros é também recomendado.

 

O relatório da FRA demonstra que os governos dos Estados-membros reagiram de diversas formas ao novo cenário migratório, sendo certo que os mais recentes ataques terroristas voltaram a demonstrar a dificuldade em "encontrar o equilíbrio entre a proteção de dados pessoais e da privacidade e a manutenção da segurança interna". A FRA realça que alguns Estados-membros "estão no processo de reformar" os seus enquadramentos legais, num sentido em que, "potencialmente", aumentarão "o poder intrusivo dos serviços". Com 60 milhões de deslocados no mundo, na sequência de conflitos, perseguições e violência, as migrações vão continuar no topo da agenda europeia, antecipa a FRA.

 

Consulte aqui a relatório

 

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Será a Europa capaz de acompanhar o envelhecimento da população?

 

Uma em cada oito pessoas terá 80 anos ou mais em 2080.

A União Europeia encontra-se confrontada com o envelhecimento da sua população. O Envelhecimento da população é um dos maiores desafios da União Europeia, até 2050, prevê-se que a idade média de um cidadão da união europeia passará de 28 para 39-40 anos. E em 2080, uma em cada oito pessoas terá 80 anos ou mais.  

Esta tendência demográfica coloca desafios importantes à União Europeia, nomeadamente no que se refere à situação económica e inclusão social das pessoas mais velhas. 

No Dia Internacional das pessoas idosas, que se celebra, anualmente, no dia 1 de outubro, importa questionar. 

Será a Europa capaz de acompanhar o envelhecimento da população? 

Esta é a questão central que a Europa deve assumir, face à tendência geral dos 28 países da União Europeia, a responsabilidade de delinear estratégias e medidas que promovam o envelhecimento ativo, digno e com qualidade, permitindo que as pessoas idosas tenham acesso a serviços de apoio especializados e de qualidade, que se traduzam em qualidade de vida e em envelhecimento ativo.

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REVISÃO TRIMESTRAL DA SITUAÇÃO DO EMPREGO E ASSUNTOS SOCIAIS

 

No seguimento da recente publicação da União Europeia relativamente à revisão trimestral da situação do emprego e assuntos sociais, a Comissão publicou um pequeno artigo sobre o impacto da permanência dos trabalhadores mais velhos no mercado de trabalho [permanência esta que aumentou desde o início da crise (2008)].

 

Para consultar o artigo: http://ec.europa.eu/social/main.jsp?langId=en&catId=89&newsId=2523&furtherNews=yes

 

Para consultar o relatório: http://ec.europa.eu/social/main.jsp?catId=737&langId=en&pubId=7884&visible=0&

 

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CONGRESSO INOVAÇÃO SOCIAL E ENVELHECIMENTO

 

No dia 14 de Abril realiza-se, no Cine-teatro de Almeirim, o Congresso Inovação Social e Envelhecimento, organizado pela RUTIS. Sob a temática da “Árvore dos 40 Frutos”, o seminário vai incidir sobre as mais variadas ideias como: cogumelos, sonhos, plantas, envelhecimento, 50 sombras, projectos, inovação, sopa da pedra e criatividade e contará com a presença, entre outros convidados, de Pedro Mota Soares, Paulo Morais, Carlos Azevedo, Ricardo Pocinho, Ruben Amorim e Anita Silva.

Todos os interessados podem inscrever-se em congresso.rutis.pt

Consulte aqui o programa

Contatos e inscrições

 

 

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Idosos portugueses vivem menos do que no resto da Europa

 

De acordo com um estudo desenvolvido por uma equipa de investigadores do Instituto de Investigação e Inovação em Saúde da Universidade do Porto e do Instituto de Saúde Pública da U.Porto (ISPUP), os idosos portugueses apresentam a taxa de sobrevivência mais baixa entre os 18 países da Europa.

O estudo resultou num mapa inédito, com o cenário de sobrevivência no continente europeu durante os últimos 20 anos.

 

Leia a notícia completa aqui

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People in the EU: who are we and how do we live? (2015)

Relatório Eurostat

 

No seguimento do que tem acontecido em anos anteriores, o Eurostat publicou, na passada sexta-feira, dia 27 de novembro, um relatório que reúne de forma resumida muita da informação que foi divulgando ao londo do ano sobre áreas como: alterações demográficas; estrutura das famílias; condições habitacionais ou características da população residente na UE. O documento dedica também dois capítulos ao envelhecimento e aos desafios demográficos (projeções).

 

Consulte aqui o relatório

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Relatório Mundial sobre Envelhecimento e Saúde

 

Uma ação global de saúde pública sobre o envelhecimento da população é uma necessidade urgente. Isso exigirá mudanças fundamentais, não apenas nas coisas que fazemos, mas em como pensamos sobre envelhecimento em si. O Relatório Mundial sobre Envelhecimento e Saúde, elaborado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) delineia um quadro de ação para promover o Envelhecimento Saudável construído em torno do novo conceito de capacidade funcional. Isso exigirá uma transformação dos sistemas de saúde, longe dos modelos curativos baseados em doença e para a prestação de cuidados integrais e centrados em pessoas maiores; o desenvolvimento, às vezes do zero, de sistemas abrangentes de cuidados de longo prazo; uma resposta coordenada de outros diversos setores e nos vários níveis de governo, assim como exigirá recorrer a melhores formas de medir e vigiar a saúde e o funcionamento das populações maiores. Essas ações provavelmente constituem um investimento sólido no futuro da sociedade. Um futuro que proporciona às pessoas uma maior liberdade de viver uma vida que gerações anteriores podem nunca ter imaginado. Com estes investimentos serão obtidos retornos importantes tanto sociais como económicos, tanto em termos de saúde e de bem-estar das pessoas idosas e no fato de que irá permitir a sua contínua participação na sociedade.

De acordo com a interpretação do Jornal Açoriano Oriental, Margaret Chan, diretora-geral da OMS, destacou que o envelhecimento da população está a "acelerar rapidamente" em todo o mundo, realçando que, pela primeira vez na história, a maioria das pessoas poderá esperar viver além dos 60 anos, o que trará consequências “profundas" na saúde e nos sistemas de saúde.

Para Chan, o relatório responde aos desafios ao recomendar mudanças igualmente profundas na maneira de formular políticas em saúde e prestar serviços de saúde às populações que estão envelhecendo. "O relatório baseia as suas recomendações na análise das mais recentes evidências a respeito do processo de envelhecimento, e observa que muitas perceções e suposições comuns sobre as pessoas mais velhas são baseadas em estereótipos ultrapassados.

 

Relatório OMS

Resumo do Relatório

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SITUAÇÃO DOS IDOSOS NA UNIÃO EUROPEIA - EUROSTAT 

 

Na celebração do Dia Mundial do Idoso, o Eurostat (autoridade estatística da União Europeia) publicou um conjunto de informações estatísticas sobre a situação das pessoas idosas na União Europeia.

No News Release (PDF a consultar) onde se encontram todas as informações relativas a esta temática destaca-se que:

  

  • 18.5% da população da UE tinha  65 ou mais anos (2014)
  • a proporção da população da UE com 80 ou mais anos aumentou nos últimos 15 anos e chegou aos 5.1% em 2014
  • As projeções indicam o envelhecimento progressivo da população, sendo que em 2080 espera-se que cerca de 1 em 8 pessoas (12.3% da população) tenha 80 ou mais anos. Portugal será o segundo país onde esta situação será mais significativa (15.8%)
  • 18.2% da população com 65 ou mais anos estava em risco de pobreza e exclusão social (2013) / Portugal essa percentagem foi de 20.3%
  • 13.8% da população com 65 ou mais anos estava em risco de pobreza monetária (2013) / Portugal essa percentagem foi de 14.6%
  • 6.9% da população com 65 ou mais anos estava em situação de privação material severa (2013) / Portugal essa percentagem foi de 9.0%

 Consulte aqui o News Release

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 PROJETO CIDADES E COMUNIDADES AMIGAS DAS PESSOAS IDOSAS

 

"Uma cidade amiga dos idosos estimula o envelhecimento ativo através da criação de condições de saúde, participação e segurança, de modo a reforçar a qualidade de vida à medida que as pessoas envelhecem;

Uma cidade amiga dos idosos adapta as suas estruturas e serviços de modo a que estes incluam e sejam acessíveis a pessoas mais velhas com diferentes necessidades e capacidades."

Organização Mundial de Saúde

 

Partindo do pressuposto de que o envelhecimento ativo depende de uma série de influências ou determinantes que rodeiam os indivíduos as famílias e as nações; a OMS lançou, em 2007 o projeto Mundial "Cidades e Comunidades Amigas das Pessoas Idosas".

Utilizando uma abordagem participativa foram organizados "grupos de discussão" que envolveram grupos governamentais, grupos não governamentais, grupos académicos, prestadores de serviços do setor público, voluntário e comercial e idosos de 32 países do mundo.

Partindo de 8 áreas entendidas como fundamentais ao bem-estar dos idosos foram identificadas pelos grupos de discussão lacunas, fragilidades, potencialidades e sugestões de melhoria que resultaram numa lista de verificação que assenta num resumo fiel das opiniões expressas por participantes de todos os continentes do mundo.

Esta lista de verificação, pretende ajudar as cidades a olharem para si mesmas, do ponto de vista das pessoas mais velhas, a fim de identificarem onde e como poderão tornar-se mais adequadas às suas necessidades e realidades.

 

Áreas estratégicas

  • Espaços exteriores e edifícios;
  • Transportes;
  • Habitação;
  • Participação Social;
  • Respeito e inclusão social;
  • Participação cívica e emprego;
  • Comunicação e informação;
  • Apoio comunitário e serviços de saúde.

 

Na continuidade deste trabalho foi criada a Rede Mundial das Cidades Amigas das Pessoas Idosas, cujo objetivo é criar ambientes que permitam que os idosos permaneçam ativos e saudáveis participando na sociedade.

De forma a cumprir os objetivos enunciados foi criada em Portugal a Plataforma Portuguesa das Cidades Amigas das Pessoas Idosas, que pretende desenvolver atividades conjuntas que visem a elevação das mesmas. A Freguesia de Gondomar (S. Cosme), aderiu a esta rede em Novembro de 2012.
No seguimento desta adesão foi levado a cabo um estudo que pretende caracterizar a forma como os seniores da Freguesia de Gondomar (S. Cosme) se posicionam relativamente às áreas acima mencionadas.

 

Mais informações sobre o projeto

Cidades Amigas das Pessoas Idosas

Guia Global das Cidades Amigas das Pessoas Idosas

Estudo interpretativo Cidades Amigas dos Idosos | Gondomar (S. Cosme)

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A Organização Mundial de Saúde (OMS) concedeu à Junta de Freguesia de Gondomar (S. Cosme) o Certificado de Membro da Rede Mundial das Cidades e Comunidades Amigas das Pessoas Idosas.

Gondomar (S. Cosme), é desde o dia 16 de Janeiro findo, membro oficial da Rede Mundial das Cidades e das Comunidades Amigas das Pessoas Idosas.

A importância da atribuição deste Certificado pode aferir-se se considerarmos que mundialmente não chega a uma centena o número dos municípios reconhecidos como Membro da Rede Mundial da OMS. 


 

Declaração de Dublin 2013

Cidades e Comunidades Amigas das Pessoas Idosas

 

A Junta de Freguesia de Gondomar (S. Cosme) assinou Declaração de Dublin, formalizada no contexto da European Union Summit on Active and Healthy Ageing: an action Agenda for European Cities and Cmmunities – In association with the Irish Presidency of the Council of the EU, que se realizou em Dublin, na Irlanda, nos dias 13 e 14 de junho. A Declaração de Dublin, assinada no dia 13 de junho de 2013 em King’s Inns, por mais de 50 municípios e comunidades de toda a Europa, é da maior importância e significado, estabelecendo o compromisso de criar até 2020 uma Europa Amiga dos Idosos. Da Declaração de Dublin ressalta um compromisso político desta Rede de Cidades, apostadas em promover a qualidade de vida, acessibilidade, inclusão e participação na sociedade civil das Pessoas Idosas. Na verdade, considerando o envelhecimento da população, torna-se imprescindível criar condições para que todos os cidadãos possam permanecer ativos, social, política e economicamente, em todas as fases da sua vida. O Encontro, que decorreu em Dublin e que teve como principais anfitriães o Mayor de Dublin, Naiose Ó Muirí, e Anne Connolly, Diretora da Ageing Well Network, promoveu o diálogo entre os agentes que, ao nível global e local, determinam a agenda para a concretização efetiva de um espaço europeu amigo dos Idosos, num período que se agirua demograficamente desafiante para a Europa. De entre as entidades envolvidas no Encontro, destacam-se a Presidência Irlandesa do Conselho da União Europeia, a Ageing Well Network, a Organização Mundial da Saúde (WHO) e diversas Diretorias Gerais da União Europeia (Emprego, Investigação e Inovação). Este Encontro de Dublin cria uma nova agenda ao nível europeu, clarificando que o envelhecimento da população deve ser um estímulo ao desenvolvimento económico e social.  Foram apresentados projetos inovadores e integradores no âmbito do envelhecimento ativo. Entre os investigadores presentes, saliente-se a presença de Alex Kalache, reconhecido Professor brasileiro, pioneiro de vários movimentos de envelhecimento ativo, Conselheiro da Academia de Medicina de Nova Iorque, e de Maire Geoghegan-Quinn, Comissária Europeia da Ciência, Investigação e Inovação. 

 

Certificado de Membro da Rede Mundial das Cidades e Comunidades Amigas das Pessoas Idosas I 

Certificado de Membro da Rede Mundial das Cidades e Comunidades Amigas das Pessoas Idosas II 

Consulte aqui o folheto informativo


 

Saiba mais sobre a OMS em:

http://www.ageingwellnetwork.com/

http://www.age-platform.org/

http://www.ifa-fiv.org/en/accueil.aspx

http://www.who.int/ageing/projects/age_friendly_cities_network/en/

http://ec.europa.eu/economy_finance/publications/european_economy/2014/pdf/ee8_en.pdf


 

Relatório oficial do ano europeu do envelhecimento ativo

Foi publicado o relatório final do ano europeu do envelhecimento ativo que destaca dois países: Portugal e Polónia, considerados os que melhor alcanlaram os objetivos pretendidos ao longo deste ano.

 

Consulte aqui o documento oficial

Anuário Estatístico de Portugal

Relatório Final de Avaliação do Ano do Envelhecimento Ativo e da Solidariedade entre Gerações (2012)

 

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Últimos dados relativos ao envelhecimento da população 

 

O Instituto Nacional de Estatística (INE) divulgou novos dados relativos ao envelhecimento da população em Portugal e no contexto da União Europeia (UE). Dados revelados no passado passado dia 11 de julho e que assinalaram a passagem do Dia Mundial da População. 

 

 

  • Portugal é o 5º país dos 28 estados membros da UE com o índice de envelhecimento mais elevado. Em 2014, por cada 100 jovens residiam em Portugal 141 idosos
  • Portugal é o 4º país da UE com maior proporção de idosos. Em 2014, a população residente em Portugal era constituída por 14,4% de jovens, 65,3% de pessoas em idade ativa e 20,3% de idosos
  • Portugal é o 3º país com índice de renovação da população em idade ativa mais baixa. Em 2014, por cada 100 pessoas dos 55 aos 64 anos de idade existiam 84 pessoas com 20 a 29 anos

 

Consulte aqui o documento oficial